A Governanta – Catherine Gaskin


Resultado de imagem para a governanta catherineO cenário deste maravilhoso romance de suspense da autora irlandesa Catherine Gaskin é a ilha de San Cristóbal, localizada nas Antilhas, mais precisamente no ano de 1830, época em que ainda existia a escravidão e cultivava-se açúcar.

Nesta ilha perfumada e de flores exóticas, onde escravos viviam oprimidos e em condições sub-humanas em suas senzalas, sendo proibidos de praticar seus ritos religiosos, oriundos da África, Fiona McIntyre – que viera da Escócia para trabalhar como governanta da família Maxwell – acreditava estar num verdadeiro paraíso tropical. Contudo, ao tomar o lugar de sua meia-irmã Mary, que desistira de ser governanta dos Maxwell por conta de seu repentino casamento, ela deparou-se frente a frente com o mal verdadeiro, que rondava aquela fazenda a todo momento.

Fiona começa então a tomar conta de Duncan, menino doce e meigo, que ela passa a gostar desde o primeiro momento. Contudo, ela não consegue livrar-se de seu dom de premonição, verdadeira maldição que a persegue desde a morte de sua mãe.

E ao envolver-se amorosamente com o belo Fergus, enteado do dono da fazenda, ela descobrirá, da pior maneira possível, que tudo o que ocorria naquele lugar não passava de um plano sinistro e macabro, ligado ao passado da fazenda Land fall!

O resto, só lendo muito!!!

Suspense muito bem elaborado, com uma pitada de sobrenatural e capaz de prender a atenção dos leitores da primeira página até a última página, contando com um desfecho surpreendente e completamente inesperado!

Digno de 5 estrelas!

Esperamos que tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)
&
Ana Paula

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Inscrições abertas até o dia 31/7/2018 para a Antologia Sonhos Literários


EDITAL PROLONGADO!!! Devido a pedidos, a Organização do Projeto Antologias Independentes junto com a Escritora Brenda Rodrigues decidiu manter aberto o edital para as inscrições na Antologia Sonhos Literários até o dia 31/Julho/2018 às 00:00 horas. Nos envie o seu texto: poema, frase, verso, conto, crônica, pensamento ou relato. Com seu nome, título do texto, […]

Romance de uma Mulher – Guy de Maupassant


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Boa tarde, querida Família Lendo Muito!

Após um breve hiato, estamos retornando hoje e trazendo uma resenha especial de um verdadeiro clássico da literatura universal: Romance de uma Mulher, de autoria do brilhante Guy de Maupassant.

O livro narra a história da romântica e bela Joana, que fora mandada para o convento “Sacre-Coeur” aos doze anos, retornava agora com dezessete a casa dos pais ricos, livre de todos os pensamentos mundanos e aguardando um marido maravilhoso enviado pela Divina Providência, que lhe seria dedicado por toda a sua existência, ou seja, um verdadeiro príncipe encantado!

A mãe de Joana, a baronesa Adelaide e seu pai, o Barão Simão-Tiago, faziam de tudo para que sua única e tão querida filha fosse a mais feliz de todas as jovens, dando-lhe todo o amor e carinho e enchendo-a de mimos e presentes.

Num belo dia, ela conhece seu novo vizinho, o belo e formoso Julião, visconde de Lamare, por quem logo se apaixona e casa muito rapidamente. Todavia, Joana descobre da maneira mais dura que seu marido estava mais para um sapo do que para um príncipe, pois ele havia se casado com ela apenas por causa de seu dote, mostrando-se um marido avarento e muito agressivo.

A partir de então, ela passa a experimentar uma vida tediosa e infeliz, que piora quando a empregada Rosália, dá à luz a um menino repentinamente e se nega veementemente a dizer quem é o pai da criança. Entretanto, após surpreendê-la certa noite na cama com Julião, Rosália acaba confessando-lhe que o pai de seu filho era seu marido e que ele a visitava com frequência, desde que voltaram da noite de núpcias!

Joana então começa sua saga, tendo que lidar com a infidelidade de Julião e submetendo-se aos martírios e provações de um casamento fadado ao fracasso…

O resto, só lendo muito!

Um drama forte e tocante, que força todos nós leitores a refletirmos sobre a vida que idealizamos e que nem sempre é a que conseguimos alcançar.

Como o próprio Guy de Maupassant afirmava sempre: “A vida, que você vê, nunca é tão boa ou tão ruim quanto a que acreditamos!”

Esperamos que todos tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)
&
Ana Paula

 

Cynthia – E. V. Cunningham (Howard Fast)


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Boa noite, querida Família Lendo Muito!

Trago-vos a resenha do livro Cynthia – que eu ganhei da queridíssima Dra. Milene, minha terapeuta ocupacional -, cujo brilhante autor norte-americano Howard Fast \(Spartacus) escreveu sob o pseudônimo de E. V. Cunningham.

A história é narrada em primeira pessoa e tem início numa quinta-feira do mês de maio, quando Harvey Krim, investigador de seguros da Lloyds Seguradora – terceira maior companhia de seguros do mundo-, recebe, de seu chefe chato e irritante, a incumbência de encontrar a jovem Cynthia Brandon, filha do multimilionário E. C. Brandon; ela estava sumida desde a última segunda-feira, quando fora vista saindo do luxuosíssimo apartamento de 22 quartos de seu pai.

O mais estranho de tudo era o fato da companhia de seguros de Harvey ter dois seguros para Cynthia Brandon: um de vida, no valor de 1 milhão de dólares e outro, também de um milhão, no caso de seu sequestro; ambos traziam, como único beneficiário seu pai, Elmer Cantwell Brandon, que os procurara ainda naquela semana, com o intuito de aumentar ainda mais o prêmio do seguro de sequestro para dois milhões!

A missão de Harvey seria encontrar Cynthia a qualquer custo, fazendo com que a empresa economizasse o valor das indenizações dos seguros. Para isso, ele deveria pagar o sequestro, caso ela houvesse sido raptada de verdade; ou arranjar um atestado de óbito, se ela estivesse morta. O investigador de seguros exigiu receber dois cheques: um no valor de quinze mil dólares, para os seus honorários; e outro, de oitenta e cinco mil dólares, que ele restituiria ao final da missão.

Harvey achava que tudo não passava de uma fuga de uma jovem bonita e rica, que estava saturada de levar uma vida vã e fútil, todavia, ao visitar a residência do pai da jovem, ele ficou sabendo que Cynthia sabia que E. C. Brandon a deserdaria totalmente caso ela fugisse novamente de casa, como já havia acontecido antes!

As coisas ficaram ainda mais misteriosas quando o tenente Rothschild, da polícia de Nova Yorque, que pressionava Harvey para obter informações sobre o sumiço de Cynthia, contou a ele que seu detetive Gonzáles havia visto a jovem desaparecida na última terça-feira, andando de mãos dadas com um homem moreno e bonitão em pleno Central Park; González já havia visto aquele rosto antes num álbum da Interpol: tratava-se de Valente Corsica, que se passava pelo Conde Gambion de Fontini, e estava cotado para tornar-se o novo chefe da máfia!!!

Harvey pede auxílio para Lucylle Dempsey, bibliotecária da Divisão Donnel da Biblioteca Pública de Nova York; após conversarem com a madrasta de Cynthia, eles descobrem que a jovem sumida estava em busca de um grande amor; ela conheceu o falso conde, utilizando serviços de uma agência de encontros, que usava o computador para buscar afinidades entre seus membros…

O resto, só lendo muito!

Esta é uma história bem escrita, repleta de surpresas e muitas reviravoltas, que termina com um final surpreendente.

Digno de 3 estrelas!

Espero que vocês realmente tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)

A bruxa não vai para a fogueira neste livro-Amanda Lovelace


Continuando a trilogia Mulheres tem uma espécie de magia, que iniciou-se com a obra A princesa salva a si mesma neste livroAmanda Lovelace é mais do que vitoriosa ao tentar conciliar os desejos simultâneos de agradar o leitor que aprovou o primeiro volume e de não apresentar apenas “mais do mesmo”.

Embora mantenha sua veia feminista e empoderadora, entre um livro e outro, Amanda efetua uma mudança que pode ser sentida até mesmo nos respectivos títulos: Enquanto princesas são comumente associadas a fragilidade, delicadeza e sensibilidade, bruxas são mais lembradas como poderosas, fortes e amedrontadoras.

Essa mesma modificação se faz presente nos poemas que, se mostravam muito da dor e dos sofrimentos do eu-lírico da poetisa, bem como sua dificuldade em aprender a gostar de si mesma, através de um viés mais delicado, sutil e melancólico, no último lançamento da autora se concentram mais na força do eu-lírico, em seu desejo de mudança e na raiva causada por todos os abusos por ele sofrido, tendo, assim, uma escrita menos suave e mais contundente, decidida, quase violenta, algumas vezes.

Assim como no primeiro livro, a poetisa também se aproveita de diversas metáforas para transmitir a mensagem desejada nesse último livro. As metáforas, é óbvio, variam de acordo com a imagem central da obra: Enquanto a primeira possui mais metáforas associadas ao mundo circundante às princesas (com referências a dragões, castelos e coroas), a segunda conta mais com aquelas relacionadas a bruxas (como, por exemplos, menções a fogueiras, feitiços e fogo).

Outra característica que notei em ambos os volumes é a preocupação da escritora em dirigir-se não apenas a mulheres heterossexuais e cisgênero, mas a mulheres LGBTI+ também. Se o primeiro livro contêm um poema sobre o amor entre mulheres, o mais recente conta com dois poemas que se referem a mulheres transgênero.

Um último detalhe que gostaria de comentar aqui é o evidente gosto da autora por obras de fantasia infanto-juvenil/YA, pois, se você achava que as referências a Harry Potter em seu primeiro lançamento não eram prova suficiente desse gosto, receio que as menções dela a Jogos Vorazes nesse último podem te fazer mudar de ideia. Apesar de não ser algo essencial às respectivas obras, nem tampouco o cerne delas, tais referências me deixaram feliz, uma vez que sou fã assumida de ambas as obras.

Com tudo o que disse até agora, acho que já posso afirmar que Amanda Lovelace é uma das minhas poetisas preferidas e, a despeito da minha preferência pelo primeiro livro dela, essa se explica por uma mera preferência minha por um tom mais sentimental e melancólico a um mais raivoso e retumbante, mas garanto que A bruxa não vai para a fogueira neste livro não decepciona nem os novos leitores da autora nem aqueles que já conhecem sua produção anterior, ganhando, assim, meu 9.

By Ana Beatriz

 

Violet Evergarden


Fazia um tempinho que eu não assistia anime. Os últimos que assisti não me agradaram muito e, se, por um lado, tenho preguiça de procurar algo que não esteja na Netflix, os que nela estão presentes não costumam me apetecer muito. Dessa maneira, foi com expectativa baixa e mal me dando ao trabalho de ler a sinopse que comecei  a ver Violet Evergarden.

Sendo assim, me surpreendi muito (positivamente) ao me deparar com uma obra carregada de emoção, um belo desenho e um enredo simplesmente incrível.

Apesar de não ser citada um data específica, temos a impressão de que Violet Evergarden se passa em um passado não tão distante, tendo como momento histórico um período imediatamente pós-guerra no Japão.

Tendo como protagonista aquela que dá título ao programa, Violet foi treinada desde pequena pelo exército afim de tornar-se uma arma de guerra. Graças a isso, no inicio, ela parece ser incapaz de fazer qualquer coisa por desejo próprio e não por ordem de outrem, encontra dificuldades ao compreender os sentimentos dos outros e, sobretudo, os próprios (os quais ela sequer tem certeza que possui).

Tudo que Violet fez a vida inteira foi obedecer ordens e matar, mas, agora que a guerra está terminada e seu amado comandante, desaparecido, a menina terá que arrumar outra forma de levar a vida.

É então que ela decide tornar-se uma Autômata de Automemórias, cargo cuja função é escrever cartas a pedido de outras pessoas, transmitindo nelas, da melhor maneira possível, tudo que seu contratante sente e deseja expressar. Por conta disso, o trabalho acaba por exigir grande inteligência emocional, justamente aquilo de que nossa protagonista parece mais carecer.

No entanto, isso não a afasta de seu desejo de tornar-se uma Autômata de Automemórias, pelo contrário, apenas fortalece-o, uma vez que ela era muita apegada ao comandante que não só lhe dava ordens como também a criou, e a última coisa que ele falou para ela foi “eu te amo”, uma expressão cujo significado ela não compreende, mas está disposta a aprender com esse serviço.

Mesclando cenas sangrentas com drama, romance com traumas de guerra, culpa com bucolismo, na minha opinião, Violet Evergarden é um anime para todos os gostos mas, sobretudo, para aqueles que, como eu, gostam de obras com uma bela carga sentimental e, por isso, creio que mereça meu 10.

By Ana Beatriz

PROJETO ANTOLOGIAS INDEPENDENTES


Para você que ainda não conhece, Antologias Independentes é um novo Projeto Literário destinado a ajudar escritores a publicarem pela primeira vez seus escritos. À frente está sua primeira Antologia intitulada Sonhos Literários.

subcapa da Antologia Sonhos Literários

Você é escritor? Ama escrever? Quer publicar seu poema, frase, verso, conto, crônica, pensamento, relato e tudo mais?

Essa é a sua chance!

ANTOLOGIA SONHOS LITERÁRIOS

Edital aberto em: 25/06/2018

Data para inscrições até:15/07/2018

A Antologia Sonhos Literários terá o prazer de realizar o sonho de novos escritores que desejam publicar seus textos de forma independente mas que ainda não tiveram a sua grande chance.

Atualmente muitos novos talentos estão surgindo no mundo da literatura, e muitos outros produzem desde sempre suas obras no anonimato.

Autores natos ou simplesmente escritores que relatam suas vidas em belos textos comoventes, na alegria ou na tristeza, fazendo disso seu grande escape e grande esperança para deixar sua marca nesse mundo.

As oportunidades hoje em dia nem sempre são boas, a dificuldade de contatar uma editora ainda é existente, nem sempre editoras se mostram interessadas em seus trabalhos, e nem mesmo é possível arcar com valores extremamente fora de suas realidades, e por isso o Projeto Antologias Independentes se propôs a olhar com olhos mais atentos para a arte da literatura e para o talento de seus escritores nacionais.

Esse projeto te ajudará a sair do anonimato, mostrando-lhe ao mundo literário para que você prove que tudo é possível e que você é sim, capaz! E além de tudo, um escritor, um artista, com sua realização pessoal em mãos.

Os escritores já publicados e presentes no ramo literário também são bem vindos a participarem por meio desta obra obtendo um novo nível de divulgação de seus trabalhos já existentes.

Então, sejam todos muito bem vindos!

Para fazer parte deste livro, siga o regulamento.

 

REGULAMENTO

1-PARA PARTICIPAR
1.1. Todos os escritores são bem vindos a participar, independente do gênero em que escrevem.

Poema, Frase, Verso, Pensamento, Relato, Conto, Crônica, todos são bem vindos desde que não haja: conteúdo inapropriado, preconceituoso, e com descumprimento da lei.

A idade permitida de participação é a partir dos 14 anos de idade.

1.2. Cada um dos escritores pode participar com um texto de sua preferência que tenha no máximo 30 linhas, que deve ser enviado para o e-mail (antologiaindependente@gmail.com) com o assunto “Antologia Sonhos Literários” em arquivo doc, fonte Times New Roman, 12, espaçamento de 1,5.

1.3. Todos os textos devem ter Título, Nome do Autor e Especificação do Gênero do texto.

1.4. É importante alertar que em caso de plágio, a Antologia não se responsabiliza! e caso seja informada sobre a atitude do escritor, o mesmo será desclassificado sem chances de participação na obra.

2-PLANEJAMENTO
2.1. Todos os textos recebidos serão avaliados e selecionados, e os escritores receberam a confirmação de sua participação no livro Antologia junto do contrato de edição e publicação via e-mail.

2.2. Todos os escritores que participarem terão os seus escritos publicados, junto de sua foto e mini-biografia.

2.3. Cada um dos Escritores participará de uma entrevista individual para falar mais de seus textos, planos, e sua paixão pela literatura. Essa entrevista será divulgada na página Antologias Independentes.

2.4. Ainda receberão por e-mail o livro em formato ebook, e o certificado de reconhecimento.

Caso queiram adquirir um exemplar do livro físico os escritores só arcaram com o frete. Para mais exemplares, somente pelo site que será informado durante o projeto.

3-FICHA COLABORATIVA
3.1. Os escritores interessados em participar deverão arcar com um valor simbólico de (40,00 reais) para gastos editoriais como: Diagramação, Revisão, Capa, ISBN, Impressão, Certificado, entre outros gastos envolvidos no processo de conclusão da obra.

3.2. O valor deve ser enviado somente depois que o escritor receber a confirmação de sua participação no livro para a conta:

Banco do Brasil
Agência: 1000-6
Conta Corrente: 47.505-X
CPF: 034.830.972-44 em nome de Brenda Rodrigues.

3.3. Pedimos também que o escritor envie o comprovante de pagamento por email no endereço: brendarodrigues3112@gmail.com

4-CONCLUSÃO
4.1. O livro será publicado de forma independente com apoio de seus organizadores e idealizadores.

4.2. O livro estará disponível em site fixo para compra e ainda terá uma divulgação em plataformas virtuais.

NÃO PERCAM ESSA OPORTUNIDADE!!!

Aguardamos seus textos.

Qualquer dúvida contate-nos pelo e-mail: antologiaindependente@gmail.com

Para nós seguir no Facebook, acesse o link de nossa página oficial: https://m.facebook.com/antologiasindependentes/?ref=bookmarks

Gratos!!!

Projeto Antologias Indepedentes



“Alguém que se dedica a realizar um sonho,

tem também um sonho realizado.”

(Brenda Rodrigues)

Antologias Independentes é um novo projeto, organizado pela escritora Brenda Rodrigues, que tem como intuito ajudar novos e antigos escritores a publicarem pela primeira vez seus textos originais de forma independente e colaborativa.

O projeto inicia-se com o trabalho da Antologia Sonhos Literários, livro que reunirá Poemas, Versos, Frases, Contos, Crônicas, Pensamentos & Relatos. Todos de pessoas de vários estados, cidades, e idades.
O Edital da Antologia estará aberto brevemente para inscrições de participação.

O projeto conta com parcerias como Wesley Silva, Agente Cultural & Colunista, a Blogueira e também Revisora Idianara Lira Navarro, e a divulgação do Blog Lendo Muito.

Para visitar a Página Oficial do Projeto Antologias Independentes e fazer parte, se inscrever e obter mais informações sobre a Antologia, esteja presente no Facebook acessando o link: https://m.facebook.com/antologiasindependentes/?ref=bookmarks

Para mais informações contate-nos pelo e-mail: antologiaindependente@gmail.com

Brenda Rodrigues: Escritora & Organizadora do Projeto

 

Wesley Silva: Agente Cultural & Colunista
Idianara Lira Navarro: Blogueira e também Revisora

 

Almost Blue – Carlo Lucarelli


Resultado de imagem para livro almost blueBoa noite, querida Família Lendo Muito!

Nesta noite, trago-vos a resenha de Almost Blue, livro de autoria de Carlo Lucarelli: autor-ativista italiano que gosta de misturar noir com pop; além disso, o autor também é um grande amante da sétima arte e um colaborador frequente nos filmes do famoso diretor Roman Polanski.

O autor faz uso de uma narrativa sob a perspectiva de três personagens: um deficiente visual, uma policial e o próprio assassino.

O jovem e deficiente visual Simon Martini é um verdadeiro fã de músicas antigas, principalmente “Almost Blue”, de Chet Blue; além disso, este rapaz de 25 anos, que vive na companhia de sua mãe, é um verdadeiro gênio da informática, que passa o tempo todo em seu quarto, ouvindo conversas na frequência da polícia e em salas de bate-papo, através de um scanner e um sintetizador de voz eletrônica.  Na opinião de Simon, cada pessoa tem uma voz com uma cor específica: rosa é uma voz fina  e esganiçada; já violeta corresponde a uma voz baixa e tediosa; vermelha é uma voz grave e volumosa; azul, é o exemplo da beleza, da perfeição, e verde, é uma voz áspera, perigosa, que arde como fogo, como o sol.

Grazia Negro é a única mulher que trabalha na Polícia Científica de Bolonha; por isto mesmo ela era sempre alvo de cantadas e piadas machistas. Ela e seu parceiro Vittorio faziam parte da UACS: Unidade De Análise de Crimes em Série (parecida com o CSI da tevê) e estavam investigando uma série de assassinatos de estudantes universitários ocorridos nos últimos anos. Na opinião de Grazia e de Vittorio, todos aqueles crimes eram obra de um único serial killer.

O problema é que nenhuma testemunha conseguia descrever com exatidão o rosto do assassino; fora isso, o promotor e o delegado não queriam levar a investigação adiante, com medo de serem ridicularizados pela imprensa…

Vittorio é designado para um caso em Roma e Grazia continua sozinha com a investigação; após um novo assassinato foram colhidas as digitais do verdadeiro assassino. Seu nome é Alessio Crossi – jovem problemático, que fora internado pela mãe desde muito cedo num colégio interno. Mais tarde, ele acabou tendo que ser internado no manicômio, por causa de suas neuroses.

Lendo o arquivo de Alessio, Grazia descobre que ele começou a incomodar as outras crianças desde cedo com seus pesadelos recorrentes, onde, segundo ele, um dragão recoberto de escamas pulava toda noite em seu peito e depois devorava o seu rosto. Naquela época, um canal de tevê transmitira o documentário “Galápagos, os Últimos Dragões”, e muitas crianças ficaram impressionadas com aqueles iguanas enormes, por isso, ninguém deu muita atenção para o garoto.

Só tinha um pequeno problema: Alessio estava enterrado há muito tempo, vítima de um acidente elétrico no manicômio! 

Então como as digitais de um morto apareceram na cena do último assassinato?

O resto, só lendo muito!

O enredo era muito bom e o ritmo da narrativa eletrizante; todavia, o final não me convenceu, pois ficou completamente vago e sem sentido!

Por isso, atribuo apenas duas estrelas!

Espero que vocês realmente tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)

 

NÃO CHEGUE TÃO PERTO – Luana Lewis


Tome muito cuidado com quem
você convida a entrar

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Querida Família Lendo Muito, é com esta frase impactante que inicio a minha resenha de Não Chegue Tão Perto: livro de estréia da autora e psicóloga clínica Luana Lewis.

Às 15 horas do dia 7 de janeiro de 2011, Stella ouviu sua campainha tocar insistentemente, no hall de entrada de sua linda e enorme residência de Hilltop, situada ao pé das colinas de Chiltern, Inglaterra.  Antes de atender à porta, ela ficou se perguntando como alguém conseguira passar pelo sensor de intrusos, sem que ele disparasse, e como alguém, em seu juízo perfeito, sairia do aconchego de sua casa numa nevasca tão forte?

Ela então dá de cara com uma linda garota loira, diante de sua porta, pedindo para entrar e usar seu telefone; algo que Stella recusa a princípio, mas acaba aceitando, com medo que a garota morresse de frio naquele tempo horrível.

Após entrar, a garota disse que se chamava Blue Cunningham e  viera até ali para falar com o dr. Max Fisher, o marido de Stella, pois descobrira há muito pouco tempo que ele era seu pai biológico!!!

Mesmo sem acreditar muito no que Blue lhe falara – afinal, quem teria um nome destes, ela pensou -, Stella tentou, sem obter sucesso, falar com seu marido pelo celular. Ela então resolveu ligar para Peter Harris, um antigo namorado policial, e contar-lhe tudo a respeito de Blue; Peter prometeu-lhe que checaria no banco de dados da polícia se alguma garota encaixava-se na descrição que ela lhe passara e retornaria  assim que tivesse a resposta.

Após ouvir o click do telefone, Stella deu-se conta que estava presa em sua própria casa, com uma completa estranha, e não tinha certeza alguma se poderia suportar tal barra; ela tomou a decisão de trancar a garota em seu próprio quarto, até descobrir mais a seu respeito.

Peter resolveu ir até a casa de Stella e contar a ela pessoalmente que Blue era ninguém mais, ninguém menos que a filha de Lawrence Simpson!!!

Ao ouvir aquele nome, o sangue de Stella congelou em suas veias, pois aquele homem era o responsável pela sua agorafobia e seu completo isolamento…

O resto, só lendo muito!

Luana Lewis, aproveitando-se de sua vasta experiência como psicóloga, conseguiu criar um thriller psicológico muito bom, com um enredo muito bem elaborado e convincente, mas pecou um pouco no final, deixando-o previsível. O que eu mais gostei foi o fato da autora utilizar uma narrativa que se desenrola em três períodos distintos de tempo.

Recebe 3 estrelas!

Espero que vocês realmente tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)