O Farol no Fim do Mundo – Júlio Verne


Resultado de imagem para o farol no fim do mundoBom dia, querida Família Lendo Muito!

Nada melhor do que começar a semana com uma resenha de um livro maravilhoso de Júlio Verne, não é mesmo?

Nessa empolgante aventura do pai da ficção, temos a história de um farol construído no “fim do mundo”, mais precisamente na Ilha dos Estados, situada no ponto onde as águas quentes do oceano Atlântico encontram-se com as águas frias do oceano Pacífico, também chamada de Terra dos Estados, na extremidade sul-oriental do novo continente (atual ilha de Hornos, Chile).

Essa ilha é muito procurada pelos navios que passam de um oceano para o outro, venham eles do nordeste ou sudoeste, depois de dobrarem o cabo Horn. A região muito perigosa já foi palco de inúmeros naufrágios e por isso estava recebendo a construção do novo farol.

O navio de guerra argentino “Santa Fé” recebeu a incumbência de acompanhar os trabalhos de construção do mesmo e levar os guardas que se revezavam a cada três meses no serviço de manter o tão precioso e necessário farol aceso. Os guardas que ficariam desta vez no longínquo farol eram Vasquez, Felipe e Moriz.

Após deixar o trio, o “Santa Fé” partiu da Ilha dos Estados, e só deveria voltar no próximo trimestre.

Tudo transcorria bem, até os três guardas serem surpreendidos por um bando de salteadores perigosos, liderados pelo temível e cruel Kongre e por Carcante, seu auxiliar direto. Eles escondiam-se nas inúmeras cavernas da ilha e viviam com os produtos dos saques dos naufrágios que ocorriam antes da construção do farol.

Agora, esses bandidos sentiam-se ameaçados com a presença dos três guardas na ilha, pois os mesmos poderiam estragar seus planos maléficos.

O resto, só lendo muito!

História excelente, com um final muito empolgante. A única nota negativa é o excesso de terminologias náuticas utilizadas, mas nada que desabone a leitura.

Digno de 5 estrelas.

Esperamos que tenham realmente gostado.

Um beijo no coração de cada um de vocês!

Alex André & Ana Paula

 

Max Cândido – Alex André


M eu querido amigo Max Cândido

A vida prega muitas peças, principalmente quando se está desprevenido

X ingar só já não basta para aplacar nossa decepção

C ansamos simplesmente de sofrer e sofrer, sem motivo e sem razão

A í, resolvemos fugir de nós mesmos, interrompendo a nossa própria vida

N em pensamos que essa atitude vai refletir naquelas pessoas que mais amamos

D eixando-as com um profundo pesar para o resto de seus anos

I mploro a ti que abra a sua mente e esqueça estes pensamentos de morte

D eixe seu caminho aberto para receber melhor sorte

O uça o clamor deste amigo: exorte sua mente em busca de alegria!

Alex André