Rupaul´s drag race- Temporada 7


Quem me conhece sabe como defendo a causa LGBTQ+ (entre outros). Por causa disso, meus amigos não conseguiam acreditar que eu ainda não tivesse visto essa série que é considerada um dos símbolos modernos do orgulho dessa comunidade. Após tamanha pressão, eu acabei me rendendo e, se me arrependi de algo, foi de não tê-la assistido antes.

Sim, eu sei que é estranho eu começar a resenhar a série pela sétima temporada, mas, para quem não sabe, as temporadas não tem qualquer ligação, sendo independentes entre si, de forma que podem ser assistidas em qualquer ordem, e minha amiga me recomendou esta como a melhor, logo, foi por ela que comecei.

Rupaul´s drag race é uma competição de drag queens, entre as quais, a vencedora se torna a maior drag queen da América! Para a conquista de tamanho título, as 14 drags selecionadas que aparecem a cada temporada são submetidas a testes que, em geral, envolvem atuação, dublagem, dança e moda (confecção, criação e desfile de roupas).

Um show de talentos repleto de comédia e com alguns momentos dramáticos, você se surpreenderá com a beleza e o potencial dessas garotas que vão cativar seu coração e fazer você se apaixonar, além de inspirar o orgulho LGBTQ+ em qualquer um que simpatize com a causa. Engraçado, viciante e apaixonante, essa série ganha o meu 10!

By Ana Beatriz

Pretty Little Liars


Sei que costumo fazer apenas resenhas de livros, mangás e animes, deixando as séries um pouco de lado justamente por não assisti-las com muita frequência e costumar ser incrivelmente lerda para acabá-las, mas Pretty Little Liars foi uma exceção à regra, tendo sido essa a primeira série em que de fato viciei (eu cheguei a maratonar até as oito da manhã kk), tornou-se, sem sombra de dúvidas, minha série preferida, mesmo sem ter acabado ainda (a 7B, confirmada como sendo a última temporada, será lançada em abril de 2017).

Para quem não sabe, o enredo gira em torno das protagonistas Spencer, Aria, Emily, Hanna e Alison. Juntas, as cinco formavam o grupo mais popular da escola, liderado pela Alison, uma garota cruel que adorava usar os segredos das outras pessoas (inclusive de suas amigas mais próximas) a seu favor, sabendo mentir e manipular como poucos, ela era como a “cola” que mantinha o grupo unido.

E é por isso que, após o seu desaparecimento, as outras quatro acabam se separando. Tal sumiço jamais havia sido realmente explicado, de fato, até que, alguns anos depois, a polícia local comprova sua morte, embora as investigações pela busca do assassino continuem em aberto.

Unidas por essa tragédia, as garotas acabam se encontrando no funeral e, ao fim deste, quando estão prestes a se separarem e voltarem para as suas casas, recebem simultaneamente uma estranha mensagem em seus celulares assinada por -A.

A partir daí, essa figura desconhecida passará a atormentar suas vidas se utilizando de seus segredos para fazer ameaças e colocar suas vidas em risco, e elas não vão poder descansar até até descobrirem quem é essa identidade misteriosa.

Junto com o suspense e ação, a série traz também uma mensagem clara: os malefícios que os segredos e as mentiras podem causar. Digo isso não só pelos riscos e prejuízos que elas correm por causa deles, mas também porque, no decorrer da série, você nota o aumento dos problemas: enquanto, no início, elas possuíam segredos relativamente simples a até bastante comuns, ao tentar encobri-los, as meninas acabam se envolvendo numa delicada e cada vez mais confusa teia de mentiras e perigo.

O mais famoso programa da antiga ABC Family (atual Freeform), como esperado do canal, não possui uma alta qualidade nos efeitos especiais, mas não sofre por isso, dado o fato de sua história não precisar deles, diferente de outras de fantasia ou ficção científica, que possuem maior necessidade desse tipo de recurso.

Tendo como público alvo, sobretudo, garotas adolescentes, uma coisa não poderia faltar: romance. A série é um prato cheio para quem, assim como eu, adora torcer e sofrer por seus casais fictícios preferidos, tendo tanto cenas românticas, quanto cômicas ou até mesmo dramáticas envolvendo os casais (que não são poucos). E aqui vai mais uma qualidade dessa característica do programa: se você está cansada de esperar décadas pelo primeiro beijo da shipp (tipo em Harry Potter), essa série é perfeita pra você! Sério mesmo, antes de você começar a pensar em como seria o primeiro beijo deles…já aconteceu kk.

Apesar disso tudo, a série é altamente criticada por dois fatores: o primeiro seria o excesso de atores bonitos tirando a camiseta em momentos nem sempre 100% necessários e o outro seria sobre um possível clima de menininha/patricinha que a série teria.

Eu me recuso a tecer grandes comentários em relação à primeira crítica, visto que ninguém parece ter reclamado dos momentos em que as atrizes (igualmente bonitas) usaram roupas curtas, mostrando um machismo inegável.

Já quanto à segunda crítica, é preciso admitir que, na primeira temporada, principalmente, a série tem um clima meio patricinha que me irritou um pouquinho, de início, mas decidi ignorar e continuar a assistir, e não me arrependo da escolha, pois isso melhora muito a partir da segunda temporada.

Embora conte com um enredo interessante e envolvente, do tipo que sempre te dá vontade de assistir ao próximo episódio, acredito que a causa principal de eu ter viciado na série foram as próprias personagens: tanto as protagonistas quanto os secundários (namorados, pais, amigos, etc.) evoluem muito com o passar do tempo, amadurecendo e passando por diversas fases e mudanças de um jeito que te faz se apegar a cada um deles de um jeito especial.

Outra coisa que merece ser comentada é a trilha sonora, todas as músicas parecem combinar perfeitamente bem com as cenas em que foram colocadas, de uma forma que entram em sua cabeça, te fazendo gostar mais de pop e te lembrando da série toda vez que você ouvir a canção.

Para terminar, eu gostaria que não dessem ouvidos aos boatos e preconceitos sofridos por essa série que evolui cada vez mais com o passar do tempo e já ganhou um lugar especial no meu coração, me fazendo gostar mais de séries o que antes e merecendo, assim, meu 10.

by Ana Beatriz

Shadowhunters


Produzida pela Freeform (antiga ABC Family)  e baseada na obra de Cassandra Clare (mais especificamente na saga Os Instrumentos Mortais), Shadowhunters conta a história de Clary Fray, uma garota que vivia uma vida normal cuja maior preocupação era conseguir entrar na faculdade para cursar artes, até seu aniversário de 18 anos.

Para comemorar seu aniversário, ela decide sair com seus amigos Simon e Maureen, e tudo corre bem até que algo estranho acontece:um garoto todo vestido de preto e coberto por estranhas tatuagens esbarra nela a caminho da boate Pandemonium, no entanto, ela parece ser a única capaz de enxergá-lo.

Com o intuito de provar sua sanidade mental, Clary o segue e, ao entrar na boate, se depara com uma cena um tanto inusitada: ela presencia um assassinato, cujos criminosos são, além de seu misterioso garoto invisível, um menino moreno e sua irmã. A princípio ela fica evidentemente chocada, porém ao tentar defender a suposta vítima, ela descobre que este na verdade se trata de um demônio e ajuda a matá-lo.

A partir desse momento, sua vida vira de cabeça para baixo, pois ela acaba descobrindo ser o que eles chamam de Shadowhunters, ou Caçadores de Sombras, também conhecidos como Nephilins, que são pessoas com sangue de anjo cuja função é matar demônios e controlar seres do Submundo (fadas, lobisomens, feiticeiros e vampiros) rebeldes que desobedeçam as leis estipuladas pela Clave. Tudo isso sem que os mundanos (seres humanos comuns) saibam de nada.

A Clave é o governo dos Caçadores de Sombras, que, em teoria, teria função de proteger não só estes, mas também os Submundanos que vivessem de acordo com as regras. Porém, você logo percebe que a Clave e suas leis talvez não sejam tão boas, justas e imparciais quanto podem parecer.

Em meio a tudo isso, Jocelyn ( mãe de Clary) é levada por Valentine, um maníaco controlador que representa um risco não só aos Shadowhunters mas também, e principalmente, ao Submundo, por considerar fadas, vampiros, lobisomens  e feiticeiros impuros e, por isso, indignos de viver.

A série é repleta de cenas de ação e muita aventura, sem contar os elementos sobrenaturais para os fãs de fantasia, mas aqueles que gostam de romance também não devem se preocupar.

No campo amoroso da já confusa vida de Clary temos Simon, seu amigo de infância que nutre um amor platônico por ela. No entanto, a ruiva logo se vê interessada por Jace ( o misterioso garoto invisível) que a apresenta ao Mundo das Sombras. A situação parece resolvida, mas talvez sua relação com o loiro não seja assim tão simples quanto pode-se pensar…

Falando no Simon, além de seus óbvios sentimentos pela melhor amiga, ele tem Maureen como pretendente e demonstra uma certa paixonite por Isabelle. Esta, por sua vez, pode parecer insignificante, mas ( sem querer dar spoiler) quem leu os livros sabe que isso pode vir a se tornar muito mais do que uma simples paixonite…

Por último, mas não menos importante, temos Alec. Meus personagem favorito, ele parece nutrir uma paixão platônica por seu melhor amigo/irmão/parabatai Jace. Esses sentimentos não demoram a ser superados quando ele conhece um charmoso e vaidoso feiticeiro chamado Magnus Bane. Mas, nem tudo são flores, afinal ele é o mais velho dos irmãos Lightwood, tendo por isso a responsabilidade de zelar pelo nome de uma família tão tradicional no mundo dos Nephilim, compensando a irresponsabilidade e falta de preocupação de sua irmã mais nova, Isabelle (a qual estava num atual caso com um garoto fada, Meliorn). Graças a isso, determinado a esconder sua homossexualidade e seu interesse por um ser do Submundo, Alec assume compromisso com a respeitada Caçadora Lydia Branwell.

A série conta com apenas 13 episódios, com a segunda temporada tendo seu lançamento previsto para o ano que vem, a qual terá 20 episódios. Embora confesse não ter gostado muito da atuação da Katherine McNamara como Clary Fray ou de Dominic Sherwood como Jace no começo, eu acho que eles melhoraram bastante com o decorrer da série. Não tenho críticas para os demais atores, que trabalharam muito bem, na minha opinião, com destaque especial para Mathhew Daddario e Emeurade Toubia (os irmãos Lightwood estavam ótimos).

Quanto aos efeitos especiais, estes de fato não são os melhores possíveis, já que a Freeform é uma rede de poucos recursos, além deles terem investido pouco por causa do fracasso da última tentativa de adaptar a saga (o filme Cidade dos Ossos). Tendo em vista o sucesso da primeira temporada, eu realmente tenho esperanças de que melhorem na segunda.

Para aqueles que já conhecem a história por serem fãs dos livros, creio que eu não precise afirmar o óbvio dizendo que os livros são melhores. Claro que o seriado não é 100% fiel aos livros, mas vale a pena ser visto e eu achei bem melhor do que o filme.

Mas, a série não é apenas para os leitores, portanto a indico para qualquer um que goste de fantasia, ação e romance. Estou bastante ansiosa pela continuação (que já estou lamentando a demora), e, para quem não sabe, a série pode ser vista na Netflix. Graças a tudo o que eu disse até agora e a trilha sonora simplesmente incrível do programa, minha nota para essa série é 9,5.

By Ana Beatriz

 

 

 

Sherlock


Sherlock é, ao lado de American Horror Stories, uma das minhas séries preferidas, além de ser a única que já terminei até hoje (sim, eu sempre estou atrasada nas minhas séries), pois, apesar de ter episódios maiores que as séries comuns(cada episódio tem cerca de 90 minutos), tem apenas 3 temporadas, com 3 episódios cada. Além disso, haverá também uma quarta temporada, mas já foi dito que esta não sairá antes de 2017 (infelizmente).

Como o nome sugere, Sherlock é uma versão moderna de algumas histórias do famoso detetive Sherlock Holmes. No entanto, para mim, a série é ainda melhor do que os livros, apesar de adorá-los.

Isso porque, ao contrário do que acontece nas obras de Conan Doyle, o detetive, apesar de continuar genial, não é mais aquele homem perfeito, e, logo, inalcançável.Pelo contrário, na versão moderna, Sherlock é um personagem incrivelmente inteligente e adorável, mas cheio de defeitos que o fazem parecer mais real.

Além disso, a série também dá mais esperanças para aqueles que shippam Johnlock (John Watson e Sherlock Holmes), apesar deles não terem ficado juntos (ainda, a esperança é a última que morre), o seriado contém várias piadinhas e indiretas sobre o assunto, formando-se um bromance.

Como já disse, é uma das minhas séries preferidas e o final da terceira temporada me deixou incrivelmente ansiosa pela continuação. Além disso, achei que eles fizeram muito bem a modernização da história de Sherlock. Por isso tudo, para mim, a série merece 10.

by Ana Beatriz

 

 

Cinelab


 

Queridos amigos, esta postagem inicia o nosso compromisso em levar novidades a vocês sempre que possível. Vou falar então sobre um programa que está iniciando a sua segunda temporada no Universal Channel, e já virou uma febre entre os cinéfilos.

Trata-se simplesmente do Cinelab, um reality-show onde 3 amigos: Armando (Armando Fonseca, diretor de filmes e videoclipes premiadíssimo no brasil e no exterior), Kapel (Kapel Furman, artista plástico e diretor de efeitos especiais) e Borgui (Raphael Borgui, cineasta, técnico de efeitos especiais) se reúnem com uma ideia para filmar uma curta metragem com baixo orçamento (em torno de mil reais), fornecido pela produção.

A partir de então, diversos gêneros são filmados, sempre mostrando as técnicas de efeitos e explosões usados no cinema com muita criatividade e pouco dinheiro. São muitas cenas de lutas, perseguição de automóveis, invasão de ETs, e até zumbis. Além disso, os problemas de relacionamento no set de filmagem entre os próprios cineastas e a atriz amiga do trio, Roberta Youssef,  são retratados de forma clara e bem divertida.

A primeira temporada iniciou-se no dia 3 de setembro de 2014 e contou com 13 episódios. Já a segunda temporada teve seu início no dia 16 de setembro de 2015 e já está no terceiro episódio. Também contará com 13 episódios e vai ao ar toda as quartas, às 20:00 horas.

Não posso deixar dizer que sou um fã deste programa e só posso dar nota 10, visto que foge de tudo o que está sendo apresentado na TV aberta e na TV fechada.

Quem tiver interesse, pode assistir aos episódios da primeira temporada em horários alternativos, no próprio Universal Channel.

By Alex André