Cidade de Ladrões – David Benioff


Resultado de imagem para cidade de ladrõesBoa noite, querida Família Lendo Muito!

Escolhemos uma resenha especial para aquecer a noite de todos. Trata-se de Cidade de Ladrões, de autoria de David Benioff.

Este belíssimo livro tem como cenário principal a Segunda Grande Guerra. 

Em Leningrado, atual São Petesburgo, – carinhosamente apelidada de Piter pelas personagens -, os soldados alemães fazem da vida dos russos um verdadeiro inferno, sitiando a cidade e transformando-a num verdadeiro circo de horrores, onde canibais vendem livremente carne humana, cadáveres de paraquedistas caem do céu a todo momento, cachorros-bomba explodem a qualquer hora do dia e da noite e todas as demais atrocidades que acompanham um cenário de guerra.

No meio deste verdadeiro caos, os dois jovens Lev e Kolya, recebem de um irascível coronel russo, uma missão considerada impossível: encontrar uma dúzia de ovos para o bolo de casamento de sua filha; em troca de não serem presos – Lev  era acusado de ser ladrão e Kolya, de desertor -, eles ainda receberiam cartões de racionamento e não teriam que enfrentar as terríveis filas para conseguir uma miserável porção de comida.

Com o intuito de salvarem suas vidas, eles embarcam então nesta “aventura”, procurando ovos numa época onde as pessoas passavam fome e brigavam por qualquer migalha de pão adormecido!

Será que Lev e Kolya conseguirão encontrar os ovos no tempo estipulado???

O resto, só lendo muito!

Uma narrativa emocionante, que demonstra-nos o real valor da amizade verdadeira e também ajuda-nos a perceber como a força do amor e da coragem são determinantes para o enfrentamento de qualquer tipo de infortúnio ou desgraça!

Digno de 5 estrelas!

Esperamos que tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)
&
Ana Paula

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O Outro lado – Natsuo Kirino


Resultado de imagem para do outro lado natsuo kirinoBoa tarde, querida Família Lendo Muito!!!

Trago-vos, desta vez, a resenha de O Outro Lado – um thriller psicológico de tirar de o fôlolego, de autoria de Natsuo Kirino!

O livro narra a história de quatro amigas que trabalham juntas no turno da noite de uma fábrica de marmitas; além do fato de trabalharem juntas, as quatro também têm em comum o fato de levarem vidas bem complicadas. Kuniko, a mais nova do grupo, gasta todo o dinheiro que tem – e também o que não tem – com roupas e acessórios; seu marido a abandonou após descobrir o montante de suas dívidas e agora ela encontrava-se nas mãos de agiotas. Yoshie,  é uma mãe solteira, que cria sua filha adolescente com muitas dificuldades, além de também ser obrigada a cuidar de sua sogra acamada há seis anos, devido a um AVC. Yayoy é mãe de dois garotos pequenos e trabalha na fábrica para sustentar a casa, pois seu marido Kenji não passa de um autêntico vagabundo e jogador compulsivo. Já Masako é a mais velha e líder das quatro, a quem as outras sempre recorrem quando o assunto é dinheiro; todavia, ela também não é nenhum pouco feliz ao lado de seu marido – inclusive eles dormem em quartos separados há bastante tempo – e seu filho não fala com ela desde o dia em que foi expulso da escola.

Certa noite, Yayoi volta para casa e encontra Kenji, que havia chegado mais cedo do que o normal; ela fica sabendo então que ele havia gastado todo o dinheiro que vinham poupando jogando bacará num clube masculino. Ela então confronta o marido a respeito de Anna, uma garota de programa com quem ele estava saindo e o mesmo acaba por desferir-lhe um forte soco no estômago. Cega de raiva, Yayoi acaba estrangulando Kenji até a morte.

A primeira coisa que vem a mente de Yayoi é ligar para a amiga Masako, que ouve toda a narrativa e a orienta a ficar calma, pois ela iria ajudá-la a livrar-se do corpo de Kenji. Yoshie e Kuniko, que precisavam de dinheiro emprestado de Masako acabam aceitando ajudá-la a desmembrar o corpo no banheiro da casa de Masako, colocando-o em sacos pretos de lixo e, posteriormente, descartando-o em pontos diferentes de Tóquio. 

Kuniko acabou sendo descuidada e  largou seus sacos num parque, que logo foram encontrados pelas autoridades. Dois detetives  batem na porta de Yayoi, para perguntar-lhe a respeito do seu marido, mas ela consegue convencê-los que não tinha nada a ver com o crime. 

Posteriormente, a polícia acaba prendendo Satake, o dono do clube masculino que Kenji frequentava, pois o mesmo havia dado uma surra no falecido na mesma noite em que ele fora morto, porque ele estava devendo muito dinheiro e também estava assediando Anna, sua melhor garota de programa.

Yayoi ficou sabendo que receberia um valor bem alto referente ao seguro de seu falecido marido e prometeu dividi-lo com suas amigas.

Tudo caminha para um desfecho feliz para as quatro, até o momento em que o agiota de Kuniko vai até a sua residência, com o intuito de receber o que lhe é devido…

O resto, só lendo muito!

Mais do que ter criado um suspense eletrizante, Natsuo Kirino, retrata-nos brilhantemente a sociedade japonesa e alguns de seus costumes rígidos e retrógrados, como a submissão feminina e a desigualdade salarial entre as mulheres e os homens – algo que é  recorrente na maioria do países, inclusive no Brasil -, a discriminação que  os chamados dekasseguis (brasileiros que trabalham no japão) sofrem por parte do povo japonês, em geral.

Digno de 3 estrelas!

Espero que vocês realmente tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)

Ouvinte da Noite – Armistead Maupin


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A resenha que escolhemos trazer para vocês desta vez é a do livro Ouvinte da Noite, do autor americano Armistead Maupin.

Gabriel Noone, um escritor homossexual e cinquentão, encontrava-se em uma grave crise de identidade e de criatividade; além disso, ele também passava por terríveis problemas no seu casamento com Jess, seu parceiro de longa data.

Além de autor, Gabriel também comandava um popular programa de rádio noturno, onde ele lia, para seus muitos ouvintes, pequenos trechos de suas histórias.

Um certo dia, este notável escritor e locutor, recebeu pelo correio os originais de um livro escrito por Peter Lomax – um garoto de apenas 13 anos de idade, que sofrera terríveis abusos físicos e sexuais que o deixaram com uma moléstia incurável.

Enquanto lia e ia tomando ciência de toda a atrocidade que o pobre Pete vinha sofrendo há tanto tempo, Gabriel acabou desenvolvendo uma relação de verdadeira paternidade pelo garoto, sem jamais conhecê-lo, pois o mesmo vivia do outro lado do país com Donna Lomax, a psicóloga que o tratara e o adotara.

Conforme o tempo avança, o sentimento de aproximação entre o velho escritor e o pobre garoto estreita-se cada vez mais; entretanto, várias situações inusitadas vão ocorrendo também, fazendo com que Gabriel passe então a desconfiar da real existência de Peter, já que, devido a enorme distância que os separava, eles só se falavam pelo telefone.

Afinal, será mesmo que Peter Lomax existe? Ou tudo não passava de uma grande armação de uma mente doentia, que se ocultava do outro lado da linha telefônica?

Para obter estas respostas, só lendo muito!!!

O livro conta com um enredo bem intrigante e muito instigante, que prende o leitor até a última página.

Digno de 3 estrelas!

Esperamos que tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)
&
Ana Paula

Um útero é do tamanho de um punho – Angélica Freitas


Mais um na lista dos livros que li por conta do estudo, eu nunca havia falado de Um útero é do tamanho de um punho até a obra aparecer numa lista entregue pela minha professora de Introdução aos Estudos Literários I. Nós precisávamos escolher um dos livros citados (todos de poesia brasileira contemporânea) afim de analisar um dos poemas neste presente. Após uma breve pesquisa a respeito dos autores que ela oferecera como opção, não demorou para que eu selecionasse a obra de Angélica Freitas.

O motivo para isso? Com uma temática feminista constante e a ocorrência frequente de poemas curtos, confesso que ela me lembrou Rupi Kaur e Amanda Lovelace, minhas duas poetisas contemporâneas preferidas, já citadas por mim aqui nesse blog.

Apesar de não poder dizer que gostei tanto de Angélica Freitas quanto das duas citadas acima e precisar confessar que achei alguns de seus poemas um tanto quanto estranhos, eu tive um tempo muito aprazível lendo esse livro que contem poemas não apenas de cunho feminista mas também, muitas vezes, com certa temática LGBTI+, falando sobre o amor entre mulheres ou mesmo tendo uma mulher trans como eu lírico de um dos poemas.

A obra em questão é dividida em 3 partes: Uma mulher limpaMulher de e, por fim, A mulher é uma construção, entre as quais a minha favorita foi a segunda e a que menos gostei (ou que tinha mais poemas estranhos, na minha opinião) foi a primeira, ou seja, não se deixem assustar pela primeira parte, que pode parecer um tanto quanto esquisita, a autora compensa depois. Além disso, a obra também conta com o poema-título do livro, o qual não pertence a parte alguma, uma quarta parte denominada de 3 poemas com o auxílio do google e mais dois poemas que não pertencem a parte alguma: ArgentinaO livro rosa do coração dos trouxas.

Considerando tudo o que disse até aqui, minha nota para esse livro é 9 e, para quem estiver curioso a respeito de qual poema decidi analisar, foi o Mulher depois, mas a obra certamente conta com muitos outros poemas bons além desse.

By Ana Beatriz

 

13 reasons why – 2ª Temporada


Gerando muitos fãs, dinheiro e polêmica,  a popular série 13 reasons why provocou um burburinho ainda maior ao indicar que faria uma segunda temporada, uma vez que o enredo do livro no qual a série se baseou para ser produzida não previa isso.

Contrariando o que muitos pensavam, sim, a série tinha enredo suficiente para fazer mais uma temporada, trabalhando, nesta, com as consequências da morte da Hannah sobre cada uma das personagens individualmente, focando nelas ao invés de ter como eixo a garota morta, que era a ideia da primeira temporada. Isso faz com que você se aproxime mais dos outros personagens, compreendendo-os melhor e sentindo mais empatia por eles, entendendo, inclusive, o que os levou a cometerem alguns dos erros que eles cometeram.

Além disso, o que guia essa continuação é o julgamento efetuado, ou seja, a disputa entre a escola e a mãe de Hannah, que deseja culpar a primeira pelo suicídio da filha, o que acaba criando um certo clima de mistério que mantem a tensão do programa, o qual continua a ter a mesma qualidade viciante de antes.

Apesar dessa semelhança com a primeira temporada, algumas mudanças podem ser notadas: Numa provável reação às críticas sofridas pelo programa por conter cenas muito pesadas acerca de temas como suicídio, estupro e uso de drogas, por exemplo, os episódios agora vem com um aviso a respeito de seu conteúdo e uma descrição do site onde você pode pedir ajuda, caso se veja numa situação emocionalmente complicada, e é perceptível a redução no número de cenas impactantes na série.

Continuo gostando muito da série que, alguns dizem, promete ter uma terceira temporada. Essa temporada te possibilita rever os personagens, observando a forma como mudaram e retoma de maneira mais apropriada e completa os temas importantíssimos que aborda. Apesar disso, confesso minha preferência pela primeira temporada e, assim, dou 8,5 para essa.

By Ana Beatriz

O labirinto de fogo – Rick Riordan


Após 84 anos de hiato… Sim, eu, a autora mais sumida que esse blog jamais viu, estou de volta!  E venho para falar do terceiro volume da saga As provações de Apolo, escrita por um dos meus autores preferidos, Rick Riordan, também responsável pela famosa saga Percy Jackson e os Olimpianos, entre outras.

Prosseguindo em seu desafio de combater o Triunvirato, nesse livro, Apolo e Meg passam por diversos perigos (que levam a muita ação e aventura) afim de combater um imperador especialmente maligno, mas eles não estão sozinhos: Logo no inicio, Groover já está com eles para ajuda-los em tudo o que for necessário.

Além do famoso sátiro de Percy Jackson, o livro conta com a participação de outros personagens que são nossos velhos conhecidos, tais como Jason, Piper e o treinador Hedge, todos da série Os heróis do Olimpo, representando, portanto, uma incrível chance para os fãs de outras obras do escritor de se reencontrarem com algumas de suas personagens mais queridas.

Diferente do que pode parecer à primeira vista, o livro não é apenas ação, aventura e fantasia, ou uma mistura da mitologia greco-romana com a história do Império Romano. Pelo contrário, a obra também contem sua cota de drama, uma vez que explora mais profundamente o passado de Meg, o que envolve tanto a convivência que teve com o pai quando criança quanto o processo de superação que a menina enfrenta a respeito dos abusos sofridos pelo padrasto, que a manipulou durante a vida toda.

Como se isso já não fosse o suficiente, Rick Riordan traz ainda mensagens a respeito da importância das plantas e da preservação da natureza, numa crítica implícita ao aquecimento global, para não falar na representatividade LGBTI+ presente na saga como um todo, que possui um protagonista explicitamente bissexual. Por tudo isso e muito mais, minha nota para esse livro incrível é 8.

By Ana Beatriz

 

SER MÃE – ALEX ANDRÉ


S inônimo augusto de plena dedicação

E isso se dá de maneira incondicional, sem esperar nada como gratificação

R egozija-se com um simples sorriso e um beijo de seu  filho do coração

M ãe também é significado de perdão

A inda que muitas vezes seja mal compreendida e até vista como “cão”

E ela vai continuar sempre  sendo mãe, até o dia de sua inumação…

Alex André

 

Arauê – Luiz Miguel Martins Garcia


Resultado de imagem para livro araueBoa tarde, querida Família Lendo Muito!

Estive viajando nas últimas semanas e tive que deixar o blog um pouco de lado, infelizmente.

Durante todo este período em que fiquei ausente continuei a toda com as minhas leituras, só que minhas resenhas foram se acumulando e se acumulando.

Agora, aos poucos eu vou colocar tudo em dia por aqui, prometo!!!!

Selecionei para este sábado a resenha de Arauê, de autoria de Luiz Miguel Martins Garcia – livro que eu adquiri em uma das máquinas de livros do Metrô de São Paulo, por apenas R$ 1,00!!!

O pequeno Arauê morava no estado do Pará, em plena Floresta Amazônica, às margens do Rio Xingu, e sentia muito orgulho em ser índio, tanto é que vivia sempre perguntando aos pais e a outros membros de sua tribo sobre a verdadeira origem do povo indígena, mas ninguém sabia ao certo o que lhe responder, pois seus antepassados haviam morrido a tanto tempo e eles jamais haviam saído da floresta; o único contato que eles recebiam de fora eram as visitas esporádicas de indianistas que estudavam os costumes e traziam remédios para todas as tribos daquela região.

Arauê aproveitou então a visita oportuna de um destes indianistas para questioná-lo sobre a origem de seu povo, só que o bom homem disse a ele que, para obter as respostas que tanto desejava ele teria que abandonar sua tribo e estudar na cidade grande, tal qual um filho de homem branco, e isto era algo que ele temia muito, pois lá teria que depender de um tal de “dinheiro”, que ele sabia que causava mortes e guerras entre os homens.

Querendo saber sobre a origem de sua gente e com medo de sair da tribo, o pequeno índio disse ao indianista que iria pensar bem sobre o caso, antes de dar uma resposta definitiva.

Durante uma festa de confraternização entre tribos amigas, o indiozinho resolveu então procurar um velho sábio, contador de histórias, que falou-lhe a respeito de uma caverna mágica, que ficava no interior da floresta, onde ele poderia viajar para o passado e obter as respostas que tanto almejava.

Animado, Arauê perguntou se poderiam ir naquele momento, porém, o velho índio disse-lhe que deveriam esperar até uma data especial, que seria na próxima lua minguante e foi isso então que fizeram.

Na data combinada, ele e o índio mais velho partiram floresta adentro e, quando estavam próximos da entrada da caverna, o velho sábio disse a ele que ele deveria continuar sozinho e visitar o passado e testemunhar tudo aquilo que acontecera aos índios para, quando voltasse, contar quem procedera errado: os brancos ou os índios!

Arauê continuou sozinho até a caverna e, ao adentrar em seu interior, pareceu cair em um sono profundo.

Ao acordar, percebeu algumas índias banhando-se numa praia; aquelas lindas mulheres genuinamente brasileiras brincavam alegremente entre si, sem qualquer medo ou pudor por estarem nuas, e não havia qualquer sinal da presença de homens brancos naquele paraíso.

Aquilo só poderia significar uma coisa: ele estava num período anterior ao descobrimento do Brasil…

O resto só lendo muito!

Uma história escrita em 1989, bem curta e fácil de se ler,  que aborda um tema tão moderno e que força o leitor a uma reflexão profunda sobre os maus-tratos sofridos pelos indígenas a partir do “descobrimento” do Brasil e sobre o verdadeiro papel do índio no nosso país.

Não posso deixar de destacar o excelente trabalho de pesquisa e o grande talento de Luiz Miguel Martins Garcia, que construiu esta verdadeira obra-prima quando contava com apenas dezoito anos!

É uma pena que o autor não tenha mais nos brindado com sua escrita brilhante desde então.

Digno de 5 estrelas.

Espero que vocês realmente tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)

O escorpião da sexta-feira – Charles Kiefer


“Gosto de ver o choque das mulheres, quando compreendem que a dor é real, que Genghis Kahn não é apenas um escorpião amestrado, que a ardência da sua picada supera em tudo o que tinham imaginado.”

O Escorpião da Sexta-FeiraÉ com este cenário tenebroso e angustiante que o narrador e  personagem principal de O escorpião da sexta-feira costuma abater suas vítimas nos subterrâneos escuros da Cúria onde trabalha. Antônio é seu nome e ele trabalha há bastante tempo como arquivista para o arcebispo de Porto Alegre.

Entretanto, seu trabalho aparentemente normal em nada reflete o que acontece com ele após o término do expediente, quando ele transforma-se num  assassino em série frio e meticuloso, que “caça” prostitutas principalmente nas noites de sexta;  suas vítimas são escolhidas a dedo nas boates de Porto Alegre e têm sempre o mesmo perfil: mulheres bem jovens e muito bonitas.

Todavia, o real motivo por trás de tamanho ódio tem um nome: Luísa – sua ex-namorada, a quem ele dedicara todo o seu amor e que o deixara sem nenhum motivo.

Agora, Antônio tinha em suas mãos a chance de vingar-se de Luísa, “abatendo” aquelas mulheres tão pecadoras e culpadas quanto ela; para isso, ele contava com seu escorpião negro Genghis Khan, seu fiel e mortal escudeiro!

O resto, só lendo muito!

O gaúcho Charles Kiefer  conseguiu criar uma história de suspense impactante, eletrizante e viciante, capaz de remeter cada leitor ao sentimento de agonia e desespero dos últimos momentos de vida das vítimas de Antônio.

Digno de 5 estrelas!

Esperamos que tenham gostado.

Um xandylhão de beijos no coração de cada um de vocês!

Alex André (Xandy Xandy)
&
Ana Paula