A Mansão do Rio Vermelho – Artur Laizo

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Bom dia, querida Família Lendo Muito!!!

Acho que vocês já estavam cansados apenas de postagens de pensamentos, não é? Prometo que vou tentar compensar isso com algumas resenhas bem caprichadas, tudo bem?

Esta que trago-vos agora é baseado na obra: A Mansão do Rio Vermelho – livro escrito por um querido amigo aqui do blog, o dr. Artur Laizo. 

A história tem início quando uma loira belíssima aparece decapitada em um terreno baldio, na pequena cidade mineira de São José. Um estranho odor de patchouli podia ser sentido no local. Além disso, nenhuma gota de sangue foi encontrada no seu corpo. Todos tentavam entender a violência daquele crime, já que aquela era uma cidade bem tranquila.

O belo e sedutor Frederich Augsparten, morador da belíssima Mansão do Rio Vermelho, guardava um terrível segredo: ele era um vampiro muito antigo, que fugira da Alemanha para viver tranquilamente no Brasil, e assim poder alimentar-se do sangue de suas vítimas sem despertar muitas suspeitas. 

Ele passa então a alimentar-se do sangue de rapazes da cidade. Jaime é o seu preferido e a quem  ele revela ser o responsável pela morte da bela loira; ele só havia feito isso porque ela vinha chantageando-o com o intuito de ser transformada em vampira.  Com o passar dos dias, Jaime passa a visitar a mansão do amigo e  a nutrir uma admiração muito forte por aquele homem sedutor que exala Patchouli por onde anda; só que esta admiração rivalizava intensamente com o sentimento que a jovem Patrícia despertava nele.

Marieta Linhares, filha do maior fabricante de meias da região, foi encontrada morta em um quarto de motel. A polícia não tem muitas pistas para seguir, além do fato dela ser jovem, loira, e também não encontrarem sangue em seu corpo. Dava para sentir um forte perfume de Patchouli no quarto. Os invenstigadores conseguem ligar um crime ao outro e acreditavam estar lidando com um tipo de assassino em série, que havia  matado outras loiras em outras cidades, mas não faziam a mínima ideia de quem poderia ser esta pessoa tão perversa.

Vocês já perceberam que o vampiro alemão tinha uma preferência por belas loiras, não é mesmo?

Jaime conhecia bem o autor daquele e dos outros crimes: era seu amigo querido Augsparten. Ele resolveu calar-se e não contar a ninguém o que sabia, pois gostava muito do vampiro e não queria que ele fosse capturado, e também porque ele tinha medo que Augsparten ficasse com raiva e se vingasse em sua mãe, ou em sua amada Patrícia, já que ela também era loira e bonita.

Durante uma festa, Frederich notou algo de estranho num grupo de senhoras idosas: ele não conseguia ler os pensamentos de nenhuma delas,  em contrapartida, elas pareciam saber exatamente quem e o quê ele era! Aquele grupo de senhoras era descendente das bruxas mais antigas da cidade, que há muito tempo, conseguiram derrotá-lo, mandando-o para as profundezas da mãe-terra por um bom tempo. Será que essas senhoras estavam pensando em fazer isso novamente, ou era apenas uma impressão sua?

O resto, só lendo muito!

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Não é bem uma história de terror, mas sim um suspense bastante eletrizante – misto de A Hora do Vampiro (S. King), Entrevista com o Vampiro (Anne Ricce) e A Hora do Espanto (Fright Night, 1985), mas com um toque genuinamente brasileiro. A grande sacada do autor foi criar capítulos bem curtos (2 ou 3 páginas, no máximo) facilitando ainda mais a fluidez da leitura. Acho que faltou só um pouco mais de “sangue” no final, mas nada que deprecie a leitura. Nota 9.

Espero que tenham gostado.

Um grande beijo no coração de cada um de vocês!!!

Alex André

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