O LIVRO DOS PRAZERES PROIBIDOS – Federico Andahazi

Resultado de imagem para capa o livro dos prazeresOlá, querida Família Lendo Muito!!!

Trago-vos hoje a resenha do livro: O Livro dos Prazeres Proibidos, do escritor argentino Federico Andahazi

A história começa em 1455, Alemanha, mais precisamente na cidade de Mainz, durante o julgamento de Gutenberg e seus dois sócios: Fust e Schöffer. Os três estavam sendo acusados de vários crimes, entre eles a falsificação de livros sagrados.

Na mesma época, um cruel assassino  acabava de fazer a sua terceira vítima: uma prostituta do Mosteiro da Sagrada Canastra – um bordel de luxo que funcionava há muito tempo na cidade, e que era frequentado por pessoas de alta classe, inclusive do próprio clero. O terrível assassino, além de matar suas vítimas, ainda arrancava e levava consigo suas peles como lembrança (ou algo pior).

Quem conduz o julgamento de Gutenberg é ninguém mais, ninguém menos do que Sigfrido de Magúncia: considerado o melhor copista de Mainz. Sua bíblia teria servido de modelo para a falsificação de Gutenberg.

Enquanto ouvia as palavras duras de Sigfrido de Magúncia, Gutenberg aproveitava para desligar-se daquele julgamento de cartas marcadas e voltar no tempo, desde os tempos em que ele era apenas uma criança e seu pai – um importante funcionário da casa da moeda – levava-o para conhecer seu ofício. Foi nesta época que passou a admirar os copistas – homens que eram na maioria analfabetos, a quem o clero confiava a confecção das bíblias.

Gutenberg criou a prensa com qual objetivo: o de enriquecer através da falsificação de bíblias, ou seria com a ideia de tornar os livros mais acessíveis para a população?

Será que os ataques às prostitutas haviam sido obras de um assassino em série doente, ou havia algo mais por trás daqueles terríveis assassinatos no Mosteiro da Sagrada Canastra?

Só lendo muito para ter essas respostas!!!

O livro prometia muito suspense e erotismo, contudo, não consegui notar quase nada disso, só mesmo uma repetição desnecessária de palavrões. As duas histórias  também não conseguiram desenvolver-se muito bem juntas, dada a demora na conexão entre elas, o o que foi mesmo uma pena. Já a ideia do autor de criar uma biografia romanceada de Johannes Gutenberg: o pai da tipografia –  foi excelente e serviu para salvar o livro de um possível fracasso. Só por isso, vou deixar um nota 7.

Espero que tenham gostado.

Um beijo no coração de todos!

Alex André

 

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