MONTE CRISTO – ALEX ANDRÉ

M inha sede vingança enfim vai se saciar

O lhando para cada um daqueles vermes malditos, não vejo a hora de pôr plano em ação

N ão vou dormir em paz enquanto todos eles não pagarem pelo que me fizeram passar

T enho que conhecer o ponto fraco de cada um deles para assim ter tempo de me organizar

E u sou grato ao finado abade Faria, por ter me ensinado na prisão à maior de todas as lições:
   “Ter paciência e esperar.”

C omo Edmond Dantès, eu fui sempre um homem bom, confiando na lealdade

R aiva de alguém nunca me afligia, pois eu era puro e não tinha ideia da existência da inveja e da maldade

I diota e tolo isso eu fui. Como pude confiar tanto nos outros, sem conseguir notar neles
a mais completa falsidade

S ó Deus sabe o que passei no Castelo If, onde estive quatorze anos aprisionado e fustigado

T anto Villefort, quanto Danglars devem sofrer e o mesmo se aplica ao invejoso Mondego

O h, ainda não posso me esquecer de Mercedes, minha noiva traidora, que casou-se com Fernand assim que fui preso… 

Alex André

O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, é o meu livro de cabeceira. Dele, tiro sempre muitos ensinamentos. Por isso, não poderia deixar de fazer um acróstico baseado nesta verdadeira obra-prima. Deveriam lê-lo não uma, mas várias vezes…

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8 comentários sobre “MONTE CRISTO – ALEX ANDRÉ

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